SINTRAJUFE-MA reivindica melhorias para servidores

A diretoria do SINTRAJUFE-MA encaminhou Carta Aberta aos representantes do TRT, TRE, Justiça Federal, PR e PRT no Maranhão implementação imediata de medidas que promova a valorização e preservação das atribuições legais e exclusivas dos servidores concursados.

No documento, a diretoria expressa sua preocupação em relação às condições de trabalho vigentes dos servidores públicos do Poder Judiciário da União e do Ministério Público da União, ao tempo em que, apresenta um conjunto de reivindicações que promovam a valorização da força de trabalho, sugerindo melhorias na qualidade de trabalho.

O sindicato aguarda o agendamento de audiências com a administração dos tribunais e procuradorias para tratar dessas pautas protocoladas.

A Carta Aberta reforça que, ao longo dos últimos anos, “os servidores vinculados a este sindicato têm demonstrado um notável desempenho funcional e eficiência administrativa, conforme atestado por indicadores dos órgãos de controle externo, como o Conselho Nacional de Justiça e o Conselho Nacional do Ministério Público, mesmo com condições não tão adequadas de trabalho e valorização necessária”.

Para a entidade, esse reconhecimento externo da produtividade é um testemunho tangível do compromisso dos servidores em contribuir para o alcance dos melhores resultados possíveis, beneficiando os jurisdicionados e cidadãos que buscam os serviços de nossas instituições.

Ainda assim, ao contrário do que ocorre em alguns tribunais estaduais, não há qualquer reconhecimento a produtividade desses servidores.

No entendimento do SINTRAJUFE-MA, essa situação aliada “à falta de contrapartidas adequadas, gera insatisfação e compromete o engajamento sustentável dos servidores, afetando não apenas o desempenho profissional, mas também as relações interpessoais e a saúde geral”.

Abaixo as reivindicações apresentadas pelo SINTRAJUFE-MA

  • Incentivo e desburocratização do gozo de licenças capacitação;
  • Acréscimos financeiros e aumento nos benefícios a exemplo do Poder Judiciário Estadual do MA e AM;
  • Redução de jornada de trabalho, principalmente pelo alto grau de avanço tecnológico presente nas atividades desempenhadas;
  • Redução do percentual presença de servidores requisitados de outros órgãos e aumento do percentual de destinação de  funções comissionadas para os servidores concursados.
  •  Proibição que trabalhadores terceirizados tenham acesso aos sistemas informatizados dos órgãos em nível similar ao  de servidores e gestores, notadamente, em relação àqueles  sistemas com informações sensíveis e sigilosas como PJE,  SISBAJUD, entre outros;
  • Término da política de uso da residência de pós-graduação como meio para violar o princípio constitucional do concurso público como forma de acesso aos cargos públicos;
  • Outras iniciativas inovadoras possíveis

SINTRAJUFE-MA apoia SINTRAJUD-SP e servidores do TRT-SP

Nota de apoio!

O SINTRAJUFE-MA apoia a luta do SINTRAJUD-SP e dos servidores do TRT2-SP contra o confisco do auxílio saúde e subsídio ao plano de saúde.

Expressamos todo nosso apoio aos trabalhadores e trabalhadoras do TRT2 e ao SINTRAJUD-SP. Exigimos que seja revertida esta abusiva decisão que lesa quem constrói a Justiça do Trabalho. 

Fenajufe orienta que Sindicatos solicitem aos tribunais regionais o pagamento retroativo dos quintos

A Federação disponibilizou para as entidades o modelo de requerimento elaborado pela Assessoria Jurídica Nacional

Para isso, a Federação disponibilizou para as entidades o modelo de requerimento elaborado pela Assessoria Jurídica Nacional (Cezar Britto e Advogados Associados) que deve ser adaptado para o Sindicato.

A Fenajufe, como representante do conjunto das servidoras e servidores do PJU e MPU, também encaminhou ofícios sobre o tema aos conselhos e tribunais superiores, TJDFT e PGR.

Vetos

Após a forte mobilização dos últimos meses, parlamentares da base do governo e da oposição fecharam acordo e votaram pela derrubada dos vetos 10 e 25/23 durante sessão conjunta do Congresso Nacional no dia 14 de dezembro.

O veto nº 10/23 é decorrente do PL 2969/22 do MPU e trata do nível superior (NS) para técnicos do MPU; da não absorção dos quintos por futuros reajustes; da essencialidade dos cargos de analistas e técnicos do MPU à atividade jurisdicional; e da exclusividade de cargos comissionados a servidores efetivos.

Já o veto nº 25/23 é decorrente do PL 2342/22 do PJU e trata da não absorção dos quintos nas parcelas de recomposição salarial parcial; da legalidade da acumulação da VPNI e GAE dos oficiais de justiça; da transformação do adicional de qualificação por diploma de ensino superior (NS) em Vantagem Pessoal Nominalmente Identificada (VPNI), para os técnicos judiciários; e da essencialidade dos cargos das carreiras do judiciário.

Leia mais:

Republicação da Lei 14.687/2023

Fonte: FENAJUFE

Confira os benefícios do convênio IDEA para filiados

Dessa vez, o nosso parceiro de convênio é o Instituto de Desenvolvimento e Aprendizagem (IDEA), são diversas oportunidades e descontos imperdíveis. 

Sitraemg divulga moção de repúdio a condenação injusta ao SINTRAJUFE-MA

Por lutar contra o nepotismo no TRT16, sindicato maranhense foi condenado a pagar indenização de R$ 3 milhões ao ex-presidente do Tribunal, mas recorre da decisão

O Sitraemg publica, abaixo, a íntegra da moção de repúdio à decisão antissindical do Tribunal de Justiça do Maranhão contra o SINTRAJUFE-MA.

A moção foi aprovada durante a XXIII Plenária Nacional da Fenajufe, realizada de 23 a 26 de novembro, em Belém (PA).

“É fundamental que todos os sindicatos de base da nossa federação, e a Fenajufe enquanto entidade, se somem na construção de uma campanha nacional de solidariedade ao SINTRAJUFE-MA”, recomenda a nota.

A entidade maranhense foi condenada pelo TJ-MA a indenizar, em R$ 3 milhões, um magistrado que havia sido denunciado por prática de nepotismo na Justiça do Trabalho daquele estado, na década de 1990.

Comprovadas as denúncias de nepotismo, parentes e apadrinhados políticos dos magistrados foram demitidos depois de investigações do MPF e TCU.

Em consequência disso, o SINTRAJUFE-MA e seus dirigentes passaram a ser alvo dos mais diversos tipos de ameaças e perseguições. Um deles, Paulo Rios, chegou a ser agredido no elevador do TRT, pelo então presidente do tribunal, desembargador Alcebíades Tavares Dantas.

Rios foi demitido e só conseguiu ser reintegrado 11 anos depois.

Depois de aprovada a moção de repúdio na XXIII Plenária da Fenajufe, as delegações de todos os estados presentes, incluindo a do Sitraemg, manifestaram solidariedade ao sindicato maranhense e renderam homenagens ao seu ex-dirigente, que participava do evento.

Paulo Rios já havia recebido homenagem do Sitraemg em junho de 2009, em solenidade de posse da diretoria da gestão 2009/2011.

Matéria: Reprodução/SITRAEMG

Fenajufe publica moção de repúdio ao TJ-MA por prática antissindical ao condenar o SINTRAJUFE-MA no exercício da liberdade sindical

Ação está na pauta de julgamento do STF; carta aberta ao Supremo requer retirada de pauta da sessão virtual para melhor análise

Ao denunciar práticas de nepotismo e loteamento político de cargos e uso indevido de recursos públicos no Tribunal Regional do Trabalho da 16ª região (TRT16) ainda em 1995, o Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário Federal e Ministério Público da União no Maranhão (SINTRAJUFE-MA) e seus dirigentes enfrentaram ameaças e perseguições ao longo dos anos.

O ex-diretor do sindicato Paulo Rios, dirigente histórico do sindicalismo brasileiro e da Federação, à época no comando das denúncias foi agredido e sofreu todo tipo de retaliação por parte da administração do tribunal sendo demitido do cargo público e reintegrado depois de 11 anos.  

As denúncias, foram comprovadas pelo Ministério Público Federal e Tribunal de Contas da União e resultaram na demissão de apadrinhados políticos e parentes de magistrados, causando ira na gestão daquele tribunal que entrou com uma ação contra o sindicato.

Mesmo que a luta do SINTRAJUFE-MA tenha contribuído para edição da Resolução nº 07 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ),  da Resolução nº 07 do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e da Súmula Vinculante nº 13 do Supremo Tribunal Federal (STF), que proibiram definitivamente o nepotismo em todo o serviço público brasileiro, marcando uma vitória histórica, o  ex -presidente do TRT16, conseguiu, por meio do corporativismo da magistratura, a condenação do sindicato por danos morais em uma batalha que se arrastou por todos esses anos.

A decisão do Tribunal de Justiça do estado do Maranhão (TJ-MA), transitada em julgado e que alcança valor acima de R$ 3 milhões em desfavor do sindicato evidencia decisão antissindical, buscando não apenas punir e intimidar o SINTRAJUFE-MA, mas todo o movimento sindical e social no Brasil.

Com indignação, a Fenajufe e sindicatos filiados presentes na XXIII Plenária Nacional repudiaram a decisão do TJ/MA por negligenciar a luta legítima das organizações sindicais, por desrespeitar o direito à liberdade sindical e por entender que tal sentença só reforça as práticas antissindicais nas administrações públicas.


 Moção de Repúdio à decisão antissindical do TJ Maranhão contra o Sintrajufe-MA por combater o nepotismo, o loteamento de cargos e uso indevido de recursos públicos

Vetos 10 e 25: Fenajufe orienta Sindicatos a enviarem representantes a Brasília para intensificar luta pela derrubada dos dispositivos

Sessão conjunta para deliberar vetos pode ocorrer na quinta-feira (23); mobilização no Congresso continua

A Fenajufe enviou ofício aos Sindicatos de base, orientando-os a intensificar, ao longo desta semana, a mobilização pela derrubada dos vetos 10 (MPU) e 25 (PJU), relacionados aos Projetos de Lei 2969/22 e 2342/22, respectivamente. Isso se deve à possível realização, na quinta-feira (23), de sessão conjunta do Congresso Nacional para deliberar sobre vetos, incluindo os dispositivos de interesse das servidoras e servidores do Judiciário e do Ministério Público da União.

Considerando a coincidência da data com a abertura da XXIII Plenária Nacional da Fenajufe em Belém, a Federação sugere que os Sindicatos filiados designem representantes para acompanharem as movimentações políticas a respeito dos vetos, em Brasília, nesta semana.

Para mais informações sobre a plenária, clique AQUI.

A presença da categoria na capital federal é essencial para dar continuidade aos esforços de convencimento e pressão sobre os parlamentares. Esse trabalho, liderado pela Fenajufe em colaboração com as entidades filiadas nos últimos meses, culminou no apoio expresso de senadoras(es) e deputadas(os). Isso foi alcançado por meio de visitas aos gabinetes e a realização de diversas reuniões.

A Fenajufe destaca a relevância da continuidade desses esforços, uma vez que a derrubada dos vetos demanda votos da maioria absoluta do Congresso, sendo 257 na Câmara e pelo menos 41 no Senado. A mobilização deve persistir até que os dispositivos sejam efetivamente derrubados.

Leia o ofício na integra AQUI.

Relembre:

O Veto 25/23 trata da não absorção dos quintos nas parcelas de recomposição salarial parcial; da legalidade da acumulação da VPNI e GAE dos oficiais de justiça; da transformação do adicional de qualificação por diploma de ensino superior (NS) em Vantagem Pessoal Nominalmente Identificada (VPNI), para os técnico judiciários; e da essencialidade dos cargos das carreiras do judiciário.

Já o veto 10/23 trata do nível superior (NS) para técnicos do MPU; da não absorção dos quintos; da essencialidade dos cargos de analistas e técnicos do MPU à atividade jurisdicional; e da exclusividade de cargos comissionados a servidores efetivos.

Fonte: Fenajufe

Consciência Negra: Basta de racismo e violência do Estado contra o povo negro. Reparações, já!

Mais de 300 anos depois, a luta dos líderes negros Zumbi e Dandara e a existência do Quilombo dos Palmares seguem sendo exemplo de resistência e de combate ao racismo, à violência e à exploração. Neste mês da Consciência Negra, que tem o dia 20 de novembro como data simbólica, é imprescindível resgatar essa história e suas lições.

Este ano, o 20 de novembro foi aprovado como feriado estadual em São Paulo, fruto da luta travada há vários anos pelo Movimento Negro e que já garantiu essa conquista em seis estados brasileiros. Agora, a exigência para que o governo Lula faça o mesmo em nível nacional é fundamental, pois queremos que essa data, que simboliza a luta dos explorados, seja reconhecida em todo o país.

Por quase 100 anos, o Quilombo dos Palmares resistiu e enfrentou os ataques dos colonizadores portugueses e holandeses e da elite latifundiária da época. Mas mais do que um refúgio de negros e negras foragidos, Palmares também reuniu indígenas, mulheres e homens brancos pobres, que se organizaram em unidade e de forma coletiva. Com fugas, revoltas e autodefesa enfrentaram e enfraqueceram o regime escravocrata.

Lições de luta e resistência que se repetiram em outros momentos, como na Revolta da Chibata, Balaiada, Revolta dos Malês, Cabanagem, e outras, e que até hoje são necessárias para enfrentar o racismo e a exploração que ainda recaem sobre a população negra, já que a abolição, sem reparação, manteve negros e negras excluídos/as e à margem da sociedade, com consequências que vemos até hoje.

O racismo e a violência do Estado

Os números não deixam dúvidas. O racismo faz parte do funcionamento da sociedade capitalista, podendo ser verificado na exclusão e marginalização impostas aos negros e às negras, seja no mercado de trabalho, educação, saúde, moradia e várias áreas.

Fonte: CSP Conlutas

21 dias de ativismo: Fenajufe orienta participação na campanha que pede o fim da violência contra a mulher

Campanha começa dia 20 e vai até 8 de dezembro; ações realizadas devem ser encaminhadas para divulgação prévia pela Federação

Em ofício encaminhado aos sindicatos de base, a Fenajufe orienta participação nas atividades propostas nos estados pelo fim da violência de gênero. A movimentação é parte da campanha dos “21 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher” que se inicia no dia 20 de novembro com encerramento no dia 8 de dezembro.

No expediente de iniciativa da Coordenação de Opressões, a Fenajufe ressalta a importância do engajamento dos sindicatos nas ações indicativas para o período e orienta para que promovam atividades temáticas de combate ao racismo, pelo fim da violência contra a mulher, por respeito e igualdade de gênero.

A Federação solicita aos sindicatos que as atividades que forem realizadas sejam encaminhadas para o e-mail imprensa@fenajufe.org.br para divulgação prévia no site e retransmissão nas redes sociais, em caso de produção de lives.

Para o mês de novembro, o “Coletivo de Pretas e Pretos” da Fenajufe, irá organizar uma live com roda de conversa com abordagem em racismo e foco na violência racial. A data e o horário serão divulgados tão logo sejam definidos. Já em dezembro, está em construção uma atividade do “Coletivo de Mulheres da Fenajufe” com a temática do enfrentamento à violência contra a mulher.

Importante ressaltar que o início da campanha é propositalmente no mesmo “Dia da Consciência Negra” e tem como objetivo chamar atenção para a violência racial que coloca a mulher negra no ranking das mais variadas formas de agressões e violências.

A campanha dos 21 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher busca conscientizar a população sobre os diferentes tipos de agressão contra meninas e mulheres em todo o mundo.

Em escala mundial, a celebração ocorre em 25 de novembro, Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher, até 10 de dezembro, data em que foi proclamada a Declaração Universal dos Direitos Humanos, que também tem o objetivo de propor medidas de prevenção e combate à violência, além de ampliar os espaços de debate com a sociedade.

A Fenajufe reafirma o compromisso com a luta por uma sociedade justa e igualitária e destaca que as atividades são importantes principalmente para esquecer o período recente e sombrio do País em que todas as formas de violências contra as mulheres foram acentuadas.

Fonte: Fenajufe

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